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BELO HORIZONTE

ZOOFILIA E MAUS TRATOS Polícia Civil prende homem de 18 anos suspeito de praticar sexo com cachorro e égua

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Portal Fatos de Minas 05/08/2025 às 10:14 · 2 min de leitura
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ZOOFILIA E MAUS TRATOS Polícia Civil prende homem de 18 anos suspeito de praticar sexo com cachorro e égua

NOVA LIMA (MG) - A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na quinta-feira, dia 31 de julho de 2025, um homem de 18 anos suspeito de maus-tratos a animais, crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. A prisão preventiva foi decretada após representação policial, em razão da prática de zoofilia envolvendo um cão e uma égua, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. As investigações, a cargo da 2ª Delegacia de Polícia, tiveram início após a circulação, em redes sociais, de um vídeo que mostrava o investigado praticando atos sexuais com seu cachorro. Durante os levantamentos, foi apurado que o suspeito também mantinha atos libidinosos com uma égua em um curral onde trabalhava. Além disso, constatou-se que o animal apresentava sinais de maus-tratos, encontrando-se debilitado e privado de alimentação e água.

Foto: Arquivo Fatos de Minas

O caso gerou grande comoção social devido à divulgação das imagens. Depoimentos de testemunhas confirmaram que o homem é conhecido na região por práticas constantes de zoofilia, especialmente contra éguas, em um local próximo a um campo de futebol no bairro Barra do Céu. À polícia, o investigado admitiu ser a pessoa que aparece no vídeo analisado pelos investigadores. O cachorro foi resgatado pela Polícia Militar Ambiental e encaminhado a uma instituição especializada em cuidados animais. Já a égua, que teria sido presenteada ao suspeito, foi recomprada após ser encontrada em estado de debilidade. O preso foi conduzido ao sistema prisional e está à disposição da Justiça. “A repressão a essas condutas é de extrema importância, pois além de configurarem crime, são práticas graves que não podem ser naturalizadas, já que atentam contra a ordem pública”, destacou a delegada responsável pelo caso, Lorena Rangel Almeida Dutra. Fonte: PCMG

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